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Dias cinzas, que te fazem transbordar na sintonia da realidade inventada. Dias cinzas, que contam histórias e revivem passados que foram deixados para trás. Dias cinzas, que contaminam os ouvidos com poemas e músicas que declamam a solidão diante da dor. Dias cinzas pra "viver" de preguiça, e "morrer" de amor. Dias cinzas para as manhãs suaves e tardes cinzas, que absorvem cada pedacinho da pétala da flor. Dias cinzas, que se declaram sem temor.
E é com esse meu singelo poeminha de caber no colo de qualquer passarinho que quer voar, qu'eu trago aqui um pouquinho do que é o bem querer. Versos repletos de perguntas que nunca se calam são exemplos fiéis de perguntas que se sobrepõem sem se resolver. Como aquelas do tipo: O que seria do mundo sem a poesia? O que seria dos poetas sem os seus versos? O que seria dos músicos sem a nobre melancolia, que atrai e intriga, muita gente por ai? O que seria dos sonhos, sem a realidade? O que seria do homem beija-flor se um dia impedissem ele de beijar? Ok ok, essa última é brincadeirinha, mas o que seria?
São tantas as perguntas com tão poucas respostas que fica difícil distinguir o certo do errado. Mas, uma coisa é certa: o mundo não viveria sem amor. E todos aqueles que um dia, não entraram na dança da vida: dançaram. E aqueles que não dançaram, não souberam dizer: o que seria deles sem cl'amor.
Marcadores:Melancolia,Música,Poesia
Não vou mentir. Lembro dos bons tempos, do seu cabelo recém-lavado e cheirando a algo chamado frutas silvestres, das pequenas sardinhas que você tem no nariz, do seu andar nervoso, do teu olho esquerdo menor que o direito, da tua cara lavada. Oh, imprudente naturalidade. Grande sacudida que a vida me deu, e como vento você veio escancarando o meu peito sem delicadeza, abrindo o meu coração sem medo de rasgar.
Eu acredito que desatenções cruéis, atitudes insípidas não caminham juntos com o amor. É que eu, entendi que o meu acerto, foi um erro. Que os nossos beijos, se tornou um choro. Lá vai o medo, fechei os olhos e finalmente entendi que não tenho vocação para amar sozinho.
Enquanto o meu sangue ainda é jovem, decidir que vou te esquecer e te colocar em uma vírgula errada no meio de um momento. Pensei que podia dar certo, mas olha, você nunca nem percebeu a minha chegada. Vai levar um tempo, um bom tempo, mas nunca é tão tarde. E a vida continua passando, não vamos nos render. Acredito, sim, em amores para toda a vida, mas no seu caso, acredito no “um-dia-muda”, e quer saber? Muda nada. E não importa o quão difíceis sejam os meus dias sem você, disseram-me que o tempo que desliza é rápido. Talvez por isso continuo com o meu coração na boca, cabeça erguida, sem medo de me perder nesse precipício de emoções. Aposto que é uma droga estar no seu lugar agora. Então, amor, ainda te restam dúvidas de que eu sou bom demais para você?
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Daniel Bruno ou @dbdanielbruno é apaixonado por chuva, moda, chás e palavras. Tem 17 anos, cursa o ensino médio e escreve num blog chamado "Pirei de Vez".
Marcadores:Daniel Bruno,Geral,Poesia,Post Pessoal,Romantiquei | 0
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